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DAE destacou restauração de 26 hectares no Dia da Árvore

DAE destacou restauração de 26 hectares no Dia da Árvore

No Dia da Árvore, celebrado na segunda-feira (21), a DAE Jundiaí destacou as ações de preservação da vegetação, recuperação de áreas degradadas e proteção dos mananciais desenvolvidas pela companhia.

A empresa ressaltou que o trabalho de saneamento começava antes de a água chegar às torneiras, pois a conservação dos mananciais e da vegetação ao redor contribuía diretamente para a segurança hídrica do município.

De acordo com o Relatório de Sustentabilidade 2025, a DAE mantinha 26,19 hectares em processo de restauração ambiental. Desse total, 24,49 hectares estavam localizados em áreas de manancial e 12,14 hectares já haviam sido restaurados.

O trabalho integrava o programa Floresta Feita à Mão, direcionado à restauração ecológica de áreas degradadas, com prioridade para os mananciais e utilização de espécies arbóreas nativas.

Vegetação ajudava a proteger a água

A manutenção da vegetação contribuía para a conservação do solo, das nascentes e dos cursos d’água. Por isso, a restauração ambiental não foi apresentada somente como uma iniciativa de preservação, mas também como uma medida relacionada à proteção dos recursos utilizados no abastecimento da cidade.

A chefe de Licenciamento Ambiental da DAE, Ana Paula Regra, explicou que Jundiaí estava inserida em um território de relevância ambiental, que incluía a Área de Proteção Ambiental (APA) de Jundiaí.

A APA possuía áreas submetidas a proteções especiais, como a Zona de Vida Silvestre, a Zona de Conservação da Vida Silvestre e a Zona de Conservação Hídrica.

Dessa forma, as intervenções necessárias para a operação dos sistemas de água e esgoto também precisavam considerar os possíveis impactos sobre a vegetação e os recursos naturais.

“Antes de uma obra realizada pela DAE, existe um processo de análise para emissão das autorizações ambientais. Quando a retirada da vegetação é autorizada pelos órgãos ambientais, também são definidas medidas de compensação, ou seja, a intervenção necessária para a obra vem acompanhada de ações para compensar o impacto ambiental”, explicou Ana Paula.

Planejamento buscava reduzir impactos

Os cuidados ambientais começavam ainda durante o planejamento das obras, com a análise dos impactos que poderiam ser provocados pelas intervenções.

A partir dessa avaliação, eram estabelecidas medidas para reduzir as interferências sobre a vegetação e a fauna local. Entre as estratégias adotadas estavam a definição de trajetos com menor impacto e a utilização de técnicas construtivas e materiais que diminuíam os riscos ambientais.

Quando uma intervenção na vegetação era necessária, as medidas incluíam orientações para preservar árvores de espécies mais sensíveis e ações de compensação, como a restauração de áreas degradadas.

Esgotamento sanitário também protegia rios e córregos

A preservação dos recursos naturais também estava relacionada à ampliação dos sistemas de esgotamento sanitário.

O avanço da infraestrutura de coleta e tratamento de esgoto contribuía para melhorar a qualidade da água dos rios e córregos e conservar os ecossistemas aquáticos.

“Não dá para falar sobre segurança hídrica sem passar pela proteção dos nossos mananciais e das áreas que ajudam a preservar esse recurso. O trabalho ambiental precisa caminhar junto com o saneamento, desde o planejamento de novas obras até a recuperação das áreas”, afirmou o diretor-presidente da DAE, Daniel Bocalão.

Durante o Dia da Árvore, a DAE reforçou que preservar a vegetação e recuperar áreas degradadas também eram formas de cuidar da água.

Segundo a companhia, o trabalho ambiental acompanhava a operação e a expansão do saneamento e contribuía para preparar Jundiaí para suas necessidades atuais e futuras, conciliando desenvolvimento, segurança hídrica e preservação ambiental.

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