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Documentário sobre o Instituto Luiz Braille será lançado na segunda

Instituto, que é referência no Estado de São Paulo, está completando 80 anos de fundação. Ministério da Saúde autorizou transplantes

O Instituto Jundiaiense Luiz Braille está completando 80 anos de fundação. Dirigido por voluntários, tem sua sede no bairro do Anhangabaú (avenida Sebastião Mendes Silva 539). Pela seriedade de seu trabalho e sua capacidade técnica, o Braille tornou-se referência no atendimento a deficientes visuais em todo o Estado de São Paulo. Para comemorar o aniversário, será lançado um documentário sobre a instituição na segunda-feira (20), no Ibis Hotel, em ato reservado a convidados. No dia seguinte (21), o documentário poderá ser visto nas redes sociais.

O documentário foi produzido pelo Grupo Novo Dia de Comunicação (Novo Dia, Jundiaí Notícias, Urbem e TV Cena), que o abrigará em suas plataformas digitais. Com duração de 40 minutos, contém entrevistas com diretores, ex-diretores, funcionários, médicos oftalmologistas e de assistidos pela instituição – dois deles, por sinal, se transformaram em funcionários do instituto; um é psicólogo e outra, ex-professora de Braille.

Quem foi Luiz Braille

Nascido Louis Braille em janeiro de 1809, na França, tornou-se cego ainda criança, brincando na oficina do pai, Simon-René, que fabricava arreios e selas. Um ferimento com uma ferramenta pontiaguda tirou-lhe a visão do olho esquerdo, mas a infecção se alastrou e passou para o olho direito, provocando cegueira total. O pai, ajudado pelo padre do lugar, tentou algumas formas de fazer com que o filho aprendesse a ler. Aos 10 anos, Braille ganhou uma bolsa de estudos do Institut Royal des Jeunes Aveugles de Paris (Instituto Real de Jovens Cegos de Paris).

O diretor desse instituto, Valentin Hauy, foi um dos primeiros a desenvolver métodos de leitura para cegos. Em 1821, quando Louis Braille tinha 12 anos, Charles Barbier, capitão reformado da artilharia francesa, visitou o instituto onde apresentou um sistema de comunicação chamado de escrita noturna, também conhecido por Serre e que mais tarde veio a ser chamado de sonografia. Tratava-se de um método de comunicação táctil que usava pontos em relevo dispostos num rectângulo com seis pontos de altura por dois de largura e que tinha aplicações práticas no campo de batalha, quando era necessário ler mensagens sem usar a luz que poderia revelar posições. Esta ideia de usar um código para representar palavras em forma fonética foi introduzido no Instituto. Louis Braille dedicou-se ao método e passou a efetuar algumas melhorias.

Assim, nos dois anos seguintes, Braille esforçou-se em simplificar o código. Por fim desenvolveu um método eficiente e elegante que se baseava numa célula de apenas três pontos de altura por dois de largura. Em 1824, com apenas 15 anos, Louis Braille terminou o seu sistema de células com seis pontos. Pouco depois, ele mesmo começou a ensinar no instituto e, em 1829, publicou o seu método exclusivo de comunicação que hoje tem o seu nome. Exceto algumas pequenas melhorias, o sistema permanece basicamente o mesmo até hoje.

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