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Louveira

35 famílias já assinaram contratos com a Caixa para apartamentos no Louveira D

Empreendimento tem 170 unidades de dois dormitórios e 8 de um dormitório; FumHab estima entregar as chaves de 100 imóveis até o final do ano

Trinta e cinco famílias de Louveira já tiveram o financiamento aprovado e assinaram contratos com a Caixa Econômica Federal (CEF) para a aquisição de um apartamento no empreendimento habitacional Louveira D, localizado na Rua Pedro Bassi, no Santo Antônio, em frente ao Mirante Santo Antônio.

O empreendimento Louveira D tem 178 unidades habitacionais. São 89 apartamentos de dois dormitórios, com área útil de 73,65m²; 81 apartamentos de dois dormitórios, com área útil de 76,59m²; e oito apartamentos de um dormitório, com área útil de 58,55m². Todos possuem sala, banheiro, cozinha e lavanderia. Outras 49 famílias estão com pedido de financiamento para uma unidade no Louveira D em análise junto à Caixa Econômica Federal.

Um outro grupo, com 65 famílias, está com seus processos em análise junto ao correspondente bancário. Essas famílias devem ter  a documentação encaminhada esta semana para a Caixa, que fará a análise da liberação do crédito. Além disso, outras 39 famílias dependem ainda de análise dos documentos junto à CDHU (Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano do Estado de São Paulo).

A CDHU e a Prefeitura estimam que até o final de 2021 sejam entregues as chaves de cerca de 100 unidades do empreendimento. Os moradores serão informados previamente sobre data e local da entrega das chaves. “Todo o processo que cabia à FumHab já foi cumprido. O que está acontecendo agora é a análise e a aprovação do crédito para as famílias que estão adquirindo os imóveis. Isso leva um tempo”, disse a superintendente da FumHab, Maria Regorão.

Os documentos apresentados pelas famílias são analisados pela CDHU e pelo correspondente bancário da Caixa previamente. Após a entrega de toda a lista, a análise segue critérios técnicos já estabelecidos e que levam em consideração a existência de restrições de crédito (nome incluído nos sistemas de proteção ao crédito) e renda comprometida (quando a família já possui outros financiamentos em andamento que consomem parte significativa de seus ganhos).

Se aprovados nesta primeira fase, os documentos são encaminhados então para a Caixa Econômica Federal, que vai analisar o financiamento levando em consideração o histórico do solicitante e sua capacidade de pagamento do valor da parcela do imóvel.

“Nesta fase, a FumHab não tem como interferir. É uma questão extremamente técnica do banco, que precisa seguir suas regras de aprovação de crédito. No entanto, desde o início do ano a FumHab tem auxiliado as famílias no diálogo junto ao correspondente bancário, à Caixa Econômica Federal e à CDHU, evitando o deslocamento desnecessário das famílias até a sede da CDHU em Campinas”, disse Maria Regorão.

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