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Várzea Paulista

Cras Central inicia curso voltado a recolocar no mercado pessoas em vulnerabilidade

Primeira atividade foi uma dinâmica de apresentação para os alunos exercitarem o autoconhecimento e se conhecerem melhor

Na manhã da quarta-feira (13), a sala multiuso do Cras (Centro de Referência de Assistência Social) Central sediou a primeira e interativa aula de suas três turmas da qualificação voltada ao mercado de trabalho, do Acessuas Trabalho (Programa de Promoção do Acesso ao Mundo do Trabalho), do Governo Federal. Ao todo, há oito turmas do curso gerenciado pela Unidade Gestora Municipal de Desenvolvimento Social de Várzea Paulista, divididas em três pontos da cidade. “Hoje é a dinâmica para eles se apresentarem, dizerem quem são, onde trabalham, quais os medos e qualidades que cada um tem, etc..”, explica a coordenadora do curso, Patrícia Felix.

As aulas vêm sendo ministradas pela professora Nilvânia Almeida, pedagoga da empresa contratada Kelly Vanessa Schoemberger. As oito turmas totalizam 200 pessoas em vulnerabilidade social — 147 pessoas do programa municipal Frente de Trabalho (programa municipal que auxilia a reinserção no mercado de trabalho e inclui esse tipo de formação) e 53 cadastradas nos Crass do município. Para contemplar as diferentes regiões da cidade, as turmas estão divididas em três espaços: Cras Central, Guardinha (no Rotary Club) e Centro Comunitário da Vila Real. Esse tipo de curso presencial foi retomado pela Prefeitura após a grande melhora nos índices da pandemia de Covid.

A abstenção foi baixa no primeiro encontro do Cras Central e, segundo a coordenadora, o objetivo é que seja cada vez menor nas próximas semanas. O curso tem duração de 16 horas e as aulas vão até 30 de maio. A coordenadora explica que serão ofertados diversos conhecimentos bastante úteis às pessoas contempladas. “Ao longo do curso, eles vão aprender como se comportar em uma entrevista de emprego, como se vestir. Quem quer montar um negócio poderá aprender como cuidar das próprias finanças, como obter lucro, o que é preciso fazer”, explica Felix.

Uma das alunas, Talita Graciele Leiria se surpreendeu com o dinamismo da primeira atividade. Ela considera muito importante estar capacitado e sempre ter uma fonte de renda.

A munícipe vem lutando há bastante tempo contra a depressão e vem desenvolvendo quadros de crise de pânico e ansiedade e se sentiu muito bem na aula. “Logo no primeiro dia, eu me senti acolhida pela professora, pelas pessoas. E só de saber do que elas gostam e o nome delas, eu já me identifiquei com várias delas. Cada uma daqui tem um pedacinho de mim e eu acho isso muito legal, porque as pessoas precisam disso, de empatia. E o nosso prefeito (professor Rodolfo Braga) fala: ‘humanizar’. E tudo que estou falando resume exatamente isto: humanizar a situação das pessoas”, elogiou.

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